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Etapas do Desenvolvimento Mediúnico

Etapas do Desenvolvimento Mediúnico

Salve meus irmãos de fé! Mais um assunto importante, aliás, o mais importante deles, para os novos médiuns que entram num templo umbandista e para aqueles que estão nas nossas TDs (turmas de desenvolvimento): Etapas do Desenvolvimento Mediúnico.

Recebo diariamente mensagens de dúvidas como:

– Pai, como facilitar minha incorporação? Estou demorando para incorporar!

-Qual o nome do meu guia?

-Meu guia disse que é o Caboclo 7 Estrelas, pode falar sobre ele?

– Eu incorporo, mas não consigo manter essa vibração, logo logo desincorporo, o que fazer?

– Pai, Eu incorporo, mas meu guia não consegue falar, quando ele vai falar?

Enfim, são dezenas de perguntas diárias sobre o desenvolvimento mediúnico nas nossas turmas. Hoje temos a TD4 (acabando) às terças, a TD5 às quintas e a TD6 quinzenalmente aos sábados. Imaginem a quantidade de médiuns com dúvidas? Fora os que nos acompanham e que sentem vontade de fazer o curso de desenvolvimento?

Antes de me aprofundar no assunto, sugiro a leitura de uma outra matéria minha sobre o desenvolvimento, certamente vai ajudar a entender o que falarei aqui:

Desenvolvimento Mediúnico

Bom, não estou aqui para responder estas perguntas de forma objetiva, pois é uma vivência interna comigo AQUI NO TEMPLO, onde posso orientar e conduzir vocês, mas sim para falar das etapas do desenvolvimento mediúnico.

No início, todos chegam animados e curiosos, isso é normal! Afinal entraremos num universo desconhecido e fascinante. O sacerdote precisa colocar todos com os pés no chão e mostrar exatamente os motivos de todos estarem no templo desenvolvendo a mediunidade que já conhece e a que desconhece.

A primeira etapa é a da ansiedade! Controle seu emocional e dará um grande passo no desenvolvimento.

Lembre-se: Desenvolver a Mediunidade é uma ação voluntária. Mesmo aos que chegam “pela dor”.

O segredo é vivenciar com amor e colocar as expectativas apenas no aprimoramento pessoal. Nesta etapa você não ajuda ninguém! Somente você mesmo!

Na segunda etapa, você já sente e incorpora seus guias. Para quem não incorpora, já sente e vê outros dons aflorando. Se você chegou até aqui é porque superou seus medos, fobias, ansiedades e equilibrou seu emocional.

Nesta etapa vem a pergunta: “Sou eu ou é o guia?”… Resposta: Os dois! Sempre serão os dois!

Na terceira etapa vem a afoiteza, a pressa em querer praticar e dar logo consulta. Nesta etapa vejo muitos médiuns caírem. Entendo ser a pior!

Nesta etapa o médium é o sabe tudo! Já leu muitos livros, já absorveu bastante da teoria e seus guias já andam, falam, orientam seus médiuns etc.

Quando o médium dá lugar à pressa, pela sensação de estar seguro, pisando em terra firme, vem a espiritualidade e dá uma grande lição de vida. Para alguns será a última, pois perderão a vontade de desenvolver a mediunidade, de fazer a famosa “caridade”, enfim, de ser umbandista praticante médium.

Aqui é onde vem erros mediúnicos por omissão, por excessos, por não ouvir seus dirigentes espirituais.

Nesta etapa, meu conselho é ser ético, fiel e ser próximo do sacerdote. O porto seguro está ali… Mas tem alguns que preferem nadar em mar aberto sem boia só porque aprenderam a nadar.

A quarta etapa é a vivência do sacerdócio de si mesmo. Todos somos templos vivos da Umbanda, mas precisamos cuidar dele (o nosso templo – nós). Minha sugestão de cuidado: Aprimorar a generosidade, ter tradição familiar umbandista (não ser um lobo solitário), não mudar de templo como um macaco de galho em galho, entender os fundamentos do templo e ajudar na aprimoração deles, ser honesto, ser transparente, fugir das fofocas e quando ver algo errado: Tenho cargo no templo? Sim? Execute a função. Não tenho? Passe para o líder o problema e ofereça ajuda.

Tenho uma ótima leitura para indicar nesta fase de experiência mediúnica (quarta etapa): O Sacerdote de Umbanda, Alexandre Cumino, Editora Madras – https://www.amazon.com.br/gp/product/6556200468/ref=dbs_a_def_rwt_bibl_vppi_i4

São inúmeras etapas que vivemos no desenvolvimento mediúnico, mas são poucos os que conseguem passar por estas que mencionei. Prefiro que todos vivenciem com calma e tranquilidade desde o começo.

Qual o começo?

Curso de Desenvolvimento Mediúnico, claro! Todos deveriam ter a oportunidade de ser inseridos num grupo, numa família de Umbanda, para vivenciarem a mediunidade como ela é: Simples, mas profundamente divina!

Teremos uma nova turma de desenvolvimento às terças-feiras de 20 às 22 hrs. Começamos dia 11/04/2023. Matrículas pelo link abaixo:

Curso de Desenvolvimento Mediúnico

Axé!

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Duas portas: a gira gratuita e a consulta particular

A gira de Umbanda é gratuita, quinzenal e sem agendamento. A consulta oracular é particular e só acontece com hora marcada pelo WhatsApp.

Gratuito · sem agendamento

Gira pública de Umbanda

Quinzenalmente, às quartas-feiras. Gira às 20h, senhas a partir das 18h, por ordem de chegada: você chega, pega a senha e é atendido pelos guias. Não há cobrança de nenhum tipo.

Particular · agendado

Consulta oracular com búzios ou Opele Ifá

Dois oráculos distintos, cada um com quem o conduz: o jogo de búzios, do culto de Orisa, com Flávia Amorim; o Opele Ifá, da tradição de Ifá, com Bruno Amorim. É um atendimento reservado, com hora marcada. Agendamento, funcionamento e valor são tratados direto com a secretaria, pelo WhatsApp.

Também sob o mesmo teto, cada uma no seu lugar: rodas de rapé (medicinas da floresta) e Magia Natural no Colégio de Magia SOL. Para estudar com a casa, há cursos de Umbanda presenciais e online, pagos e independentes da gira.