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Gira pública de Umbanda · gratuita · quinzenal

Sua primeira gira de Umbanda: o que levar, como se vestir e o que esperar

Na primeira gira no TEUSP, você não precisa levar nada, agendar nem pagar. Chegue à R. Giocondo Dias, 160, no Recreio, a partir das 18h da quarta-feira de gira e pegue a sua senha. Às 19h30 há uma palestra, às 20h a gira começa, e o encerramento é programado até as 22h. Roupa clara é bem-vinda, mas não é obrigatória.

Confirmar a data da próxima gira

A gira é quinzenal e as próximas datas ainda não foram divulgadas. A secretaria confirma o dia; ninguém precisa avisar que vai.

A noite, passo a passo

Como é a noite de gira, do início ao fim?

  1. A partir das 18h

    Chegada e senha

    A recepção distribui as senhas de atendimento por ordem de chegada. Com a senha em mãos, você escolhe um lugar e aguarda enquanto a casa se prepara. Quem quer ser atendido costuma chegar cedo.

  2. 19h30

    Palestra sobre o atendimento do dia

    Antes da abertura, a assistência (o público, na linguagem do terreiro) ouve uma palestra sobre o atendimento do dia e os mistérios que regem a noite.

  3. 20h

    Abertura da gira

    Orações e pontos cantados abrem os trabalhos. A curimba, que canta e toca os pontos, sustenta o ritmo da noite, e os médiuns incorporam seus guias.

  4. Durante a gira

    Atendimento pelas senhas

    As senhas são chamadas em ordem. Na sua vez, um guia atende você individualmente: é uma conversa, sem roteiro e sem pressa.

  5. Até as 22h

    Encerramento

    Quando o atendimento termina, os guias se despedem e os médiuns encerram os trabalhos. Em noites cheias, o encerramento pode passar um pouco desse horário.

Palestra antes da gira no salão do TEUSP: o palestrante fala ao microfone diante do congá, e a assistência ouve sentada; na parede, um mural com arco-íris
O salão do templo na palestra das 19h30, antes da abertura da gira: a assistência fica sentada, diante do congá.

O que devo levar?

Nada é obrigatório: você é recebido e atendido sem levar nada, e a gira é gratuita. Como a noite pode ir das 18h às 22h, vale levar água e ir com uma roupa em que você fique confortável sentado.

O que é bom levar

  • Uma garrafa de água

    A noite pode ser longa.

  • Roupa clara e confortável

    Bem-vinda, não obrigatória. Você vai ficar sentado por um bom tempo.

  • A noite livre

    Encerramento programado até as 22h; em noites cheias, pode passar um pouco.

  • Celular no silencioso

    Fotos e vídeos, só depois de perguntar à recepção.

  • Alguém de confiança, se quiser

    Ir acompanhado ajuda quem está com receio.

  • Uma doação, se quiser

    Nunca é condição para o atendimento. O item de que a casa mais precisa ao longo do ano é vela de 7 dias.

O que não é preciso

  • Agendar ou avisar

    É chegar e pegar a senha, a partir das 18h.

  • Pagar qualquer coisa

    Não há ingresso, taxa de senha nem cobrança pelo atendimento.

  • Ser umbandista

    Nem saber cantar os pontos ou conhecer os guias.

  • Levar oferenda ou objeto para o atendimento

    Nada é pedido para você ser recebido ou atendido.

  • Roupa branca

    É costume, não regra de entrada.

Como me vestir?

Roupa clara ou branca é bem-vinda, mas não é obrigatória, e ninguém é barrado pela roupa. Na Umbanda é costume usar roupa clara nos dias de gira. Escolha algo em que você fique confortável sentado por algumas horas.

Como funciona a senha?

A senha organiza o atendimento. Você pega a sua na recepção, a partir das 18h, por ordem de chegada. A gira começa às 20h e, na hora do atendimento, as senhas são chamadas em sequência: quem chegou antes é atendido antes. Guarde a sua e fique atento à chamada.

Não existe agendamento, reserva nem lista prévia. Por isso, quem quer ser atendido costuma chegar cedo; na dúvida, a equipe da recepção orienta.

O número de senhas acompanha a quantidade de médiuns disponíveis na noite, porque a gira tem hora para acabar. Se as senhas acabarem, venha mesmo assim: dá para assistir à gira sem senha, e a casa procura encaixar quem chega, ao menos para um passe energético.

O que acontece durante a gira?

Você vai ouvir os pontos cantados e o toque da curimba, e vai ver os médiuns incorporarem seus guias. Os médiuns da casa trabalham de branco; nas giras de Exu, o uniforme é preto. Quando a sua senha for chamada, um guia atende você individualmente. É uma conversa: você pode falar do que trouxe você até ali ou só ouvir. Ninguém é obrigado a fazer nada.

A página da gira lista as linhas de guias que trabalham na casa e explica o que acontece numa gira de Umbanda, do começo ao fim.

Quanto tempo dura?

A gira começa às 20h e o encerramento é programado até as 22h. Em noites mais movimentadas, o atendimento pode passar um pouco desse horário, mas dificilmente vai além das 23h. Se você chegar às 18h para pegar a senha, conte com cerca de quatro horas no templo.

Se precisar sair antes do fim, saia com discrição, sem atravessar o espaço onde os trabalhos acontecem. Na dúvida sobre o melhor momento, pergunte a alguém da casa.

Posso ir acompanhado? Posso levar criança?

Sim, nos dois casos. Ir com alguém de confiança ajuda quem está com receio. Crianças são bem-vindas com um responsável; lembre só que a gira é à noite, vai até as 22h e pede silêncio durante os trabalhos.

Preciso pagar alguma coisa?

Não. A gira e o atendimento pelos guias não têm cobrança: nem ingresso, nem taxa de senha, nem pagamento pelo atendimento. A consulta oracular com búzios ou Opele Ifá é outra coisa: particular, com hora marcada pelo WhatsApp.

Preciso ser umbandista?

Não. A gira é aberta a pessoas de qualquer religião ou sem religião. Você não precisa saber cantar os pontos nem conhecer os guias: basta chegar, pegar a sua senha e esperar a sua vez. Ninguém pede que você se converta a nada.

E se eu sentir algo estranho ou uma emoção forte?

Pode acontecer: choro, arrepio, uma emoção que chega sem aviso. É comum. Se precisar, peça ajuda a alguém da casa; os médiuns e a equipe do templo estão ali para isso. Se preferir se afastar por um momento, pode.

Se sensações assim se repetem e você quer estudar a mediunidade, a casa tem o curso de Desenvolvimento Mediúnico: presencial, em grupo fechado e pago à parte. A gira continua aberta a você, com ou sem curso.

Qual a diferença entre a gira e a consulta com búzios ou Opele Ifá?

A gira é o atendimento gratuito dos guias de Umbanda, aberto a todos e por ordem de chegada. A consulta oracular é particular, com hora marcada pelo WhatsApp, e reúne dois oráculos distintos: o jogo de búzios, com Flávia Amorim, sacerdotisa de Orisa, e o Opele Ifá, com Bruno Amorim, sacerdote de Ifá. Nenhum dos dois acontece na gira.

Antes de sair de casa

Ficou alguma dúvida?

A secretaria responde pelo WhatsApp. A mensagem já sai dizendo que você veio por esta página, e você pode editar o texto antes de enviar.

Duas portas: a gira gratuita e a consulta particular

A gira de Umbanda é gratuita, quinzenal e sem agendamento. A consulta oracular é particular e só acontece com hora marcada pelo WhatsApp.

Gratuito · sem agendamento

Gira pública de Umbanda

Quinzenalmente, às quartas-feiras. Gira às 20h, senhas a partir das 18h, por ordem de chegada: você chega, pega a senha e é atendido pelos guias. Não há cobrança de nenhum tipo.

Particular · agendado

Consulta oracular com búzios ou Opele Ifá

Dois oráculos distintos, cada um com quem o conduz: o jogo de búzios, do culto de Orisa, com Flávia Amorim; o Opele Ifá, da tradição de Ifá, com Bruno Amorim. É um atendimento reservado, com hora marcada. Agendamento, funcionamento e valor são tratados direto com a secretaria, pelo WhatsApp.

Também sob o mesmo teto, cada uma no seu lugar: rodas de rapé (medicinas da floresta) e Magia Natural no Colégio de Magia SOL. Para estudar com a casa, há cursos de Umbanda presenciais e online, pagos e independentes da gira.