Xamanismo · medicinas da floresta
Roda de rapé no Recreio, Rio de Janeiro
A roda de rapé é uma prática xamânica: um encontro em círculo em que cada participante pode receber o rapé, pó de tabaco e cinzas de plantas, usado há gerações por povos indígenas da Amazônia. No TEUSP, no Recreio dos Bandeirantes, Rio de Janeiro, a roda acontece toda terça-feira, às 20h, separada da gira de Umbanda. A participação custa R$ 77,00.

Agenda ritual
Quando é a roda de rapé?
Toda terça-feira, das 20h às 22h.
A roda acontece toda semana, no templo, com condução de Pai Bruno Amorim, e não segue o calendário da gira. A participação custa R$ 77,00; confirme a sua presença com a secretaria pelo WhatsApp.
O que é rapé?
Rapé é um pó fino feito de tabaco e de cinzas de plantas. Povos indígenas da Amazônia o usam em práticas rituais há gerações, e cada povo tem as suas formas de preparo e de uso. A roda do TEUSP compartilha o rapé com respeito a essa origem.
Esta página não ensina a usar o rapé nem descreve a aplicação, que acontece na roda, com condução.
Como é uma roda de rapé?
Os participantes se sentam em círculo, sem palco nem plateia. A roda é conduzida por Pai Bruno Amorim, que acompanha o encontro do começo ao fim: é a ele que você leva qualquer dúvida, antes ou durante. A roda dura em média duas horas, das 20h às 22h, e boa parte do tempo é de silêncio.
Você escolhe se recebe o rapé, e quem conduz respeita o ritmo de cada participante.

Quem pode participar da roda de rapé?
Como a roda usa rapé, só maiores de 18 anos participam. Não importa a religião, ou se você não tem nenhuma, nem se já teve experiência com rapé: não é preciso ser umbandista nem frequentar a gira.
A partir dos 16 anos, dá para vir como visitante, acompanhado dos pais.
O que levar e como se vestir para a roda de rapé?
- Levar: 1 vela verde palito e 3 frutas.
- Vestir: de preferência, roupa branca ou clara.

Quanto custa a roda de rapé e como participar?
A roda acontece toda terça-feira, às 20h, e a participação em cada roda custa R$ 77,00. Quem quer participar toda semana pode entrar no Clube do Rapé; a secretaria explica as condições pelo WhatsApp. É com ela, também, que você confirma a presença.
A roda de rapé faz parte da Umbanda?
Não. A Umbanda é a religião do TEUSP, e a roda de rapé é uma prática xamânica, com dia e condução próprios: toda terça-feira, às 20h. As duas acontecem no mesmo templo, e uma não é etapa da outra: você pode vir à roda sem frequentar a gira, e à gira sem participar da roda.
É o que “Universalista” quer dizer no nome do templo: práticas diferentes sob o mesmo teto, cada uma no seu lugar.
- Gira de Umbanda: pública e gratuita, quinzenal, às quartas-feiras.
- Consulta oracular: particular, com hora marcada; búzios com Flávia Amorim, Opele Ifá com Bruno Amorim.
- Roda de rapé: prática xamânica, toda terça-feira, às 20h, com participação de R$ 77,00.
- Magia Natural: atendimento público e gratuito na última quarta-feira do mês e atendimento particular agendado pelo WhatsApp.
Perguntas frequentes sobre a roda de rapé
A roda de rapé é gratuita, como a gira?
Não. A participação na roda custa R$ 77,00. A gira pública de Umbanda, gratuita e sem agendamento, é outra prática da casa: veja como é a gira.
Nunca usei rapé. Posso participar?
Pode. Avise Pai Bruno Amorim, que conduz a roda, que é a sua primeira vez: a condução leva isso em conta.
Onde acontece a roda de rapé?
No templo do TEUSP, na R. Giocondo Dias, 160, Recreio dos Bandeirantes, Rio de Janeiro. A estação Recreio Shopping do BRT TransOeste fica a cerca de 400 m, uns 5 minutos a pé. O templo não tem estacionamento próprio, mas na rua em frente costuma haver vagas e é tranquilo estacionar. A entrada do templo tem rampa no portão para quem usa cadeira de rodas. Veja como chegar ao templo.
Duas portas: a gira gratuita e a consulta particular
A gira de Umbanda é gratuita, quinzenal e sem agendamento. A consulta oracular é particular e só acontece com hora marcada pelo WhatsApp.
Gratuito · sem agendamento
Gira pública de Umbanda
Quinzenalmente, às quartas-feiras. Gira às 20h, senhas a partir das 18h, por ordem de chegada: você chega, pega a senha e é atendido pelos guias. Não há cobrança de nenhum tipo.
Particular · agendado
Consulta oracular com búzios ou Opele Ifá
Dois oráculos distintos, cada um com quem o conduz: o jogo de búzios, do culto de Orisa, com Flávia Amorim; o Opele Ifá, da tradição de Ifá, com Bruno Amorim. É um atendimento reservado, com hora marcada. Agendamento, funcionamento e valor são tratados direto com a secretaria, pelo WhatsApp.
Também sob o mesmo teto, cada uma no seu lugar: rodas de rapé (medicinas da floresta) e Magia Natural no Colégio de Magia SOL.