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Medicinas da floresta · Recreio dos Bandeirantes, Rio

Medicinas da floresta e roda de rapé no Rio de Janeiro

A roda de rapé é um encontro em círculo em que o rapé, um pó de tabaco e cinzas de plantas de uso tradicional entre povos indígenas da Amazônia, é oferecido a quem participa. O TEUSP realiza rodas no Recreio dos Bandeirantes. É uma prática xamânica distinta da gira de Umbanda, com datas próprias, divulgadas no Instagram e no WhatsApp.

Agenda ritual

Próximas rodas

A próxima data é divulgada no Instagram e no WhatsApp.

As rodas têm datas próprias e não seguem o calendário da gira. Peça à secretaria para avisar você da próxima, ou acompanhe o Instagram da casa.

O que é rapé?

Rapé é um pó fino de tabaco e cinzas de plantas, de uso tradicional entre povos indígenas da Amazônia, onde faz parte de práticas rituais há gerações. Cada povo tem as suas formas de preparo e de uso; o que se compartilha na roda é uma dessas tradições, com respeito à sua origem.

Na roda, o rapé é aplicado com um aplicador próprio. Esta página não descreve a técnica nem ensina o uso: o lugar de conhecer o rapé é a roda, com condução.

O que acontece numa roda?

As pessoas se sentam em círculo. Quem dirige a roda conduz o encontro do início ao fim, e é a essa pessoa que se recorre com qualquer dúvida, antes ou durante. Boa parte do tempo é de silêncio.

Não há palco nem plateia: é um encontro, não um evento. Receber o rapé é sempre uma escolha de quem participa, e o ritmo de cada um é respeitado.

Quem pode participar?

Adultos, com ou sem experiência anterior, de qualquer religião ou de nenhuma. Não é preciso ser umbandista nem frequentar a gira.

Quem tem alguma condição de saúde relevante, ou está gestante, deve conversar com a secretaria antes de confirmar a presença. A conversa é reservada, pelo WhatsApp, e serve para que quem conduz a roda saiba com quem está. Esta página não dá orientação de saúde.

Quanto custa e como participar?

As rodas têm datas próprias, que não seguem o calendário da gira. Informações sobre a próxima roda, condições e participação são dadas pela secretaria, no WhatsApp. Quando há data marcada, ela aparece também na agenda desta página e no Instagram da casa.

Qual a relação com a Umbanda do TEUSP?

Nenhuma de mistura. A Umbanda é a religião da casa: gira pública toda quarta-feira, às 20h, gratuita, com senhas a partir das 18h. A roda de rapé é uma prática xamânica que acontece na mesma casa, em datas próprias e com condução própria.

Uma não é degrau para a outra, nem se misturam. É isso que “Universalista” significa no nome do templo: práticas diferentes convivendo sob o mesmo teto, cada uma no seu lugar.

Perguntas frequentes sobre a roda de rapé

Preciso ser umbandista ou ter alguma religião para participar da roda?

Não. A roda é aberta a adultos de qualquer religião ou de nenhuma. Não há vínculo com a gira nem exigência de frequentar a casa.

Nunca usei rapé. Posso ir?

Pode. Avise quem conduz a roda que é a sua primeira vez; a condução leva isso em conta. Receber o rapé é sempre uma escolha sua.

Como fico sabendo da próxima roda?

Pelo Instagram da casa e pelo WhatsApp da secretaria. Quando há data marcada, ela aparece também na agenda desta página.

Pedir para ser avisado pelo WhatsApp

Tenho uma condição de saúde ou estou gestante. Posso participar?

Converse com a secretaria antes de confirmar a presença. A conversa é reservada e sem constrangimento; ela existe para que quem conduz a roda saiba com quem está. Esta página não dá orientação de saúde.

A roda de rapé é parte da gira de Umbanda?

Não. São práticas distintas que acontecem na mesma casa. A gira de Umbanda é toda quarta, às 20h, gratuita e por ordem de chegada; a roda de rapé tem datas próprias e condução própria. Uma não leva à outra.

Duas portas, e é importante não confundir

A Umbanda atende de graça, toda quarta. A consulta oracular é particular e só acontece com hora marcada pelo WhatsApp.

Gratuito · sem agendamento

Gira pública de Umbanda

Todas as quartas-feiras, às 20h. Senhas a partir das 18h, por ordem de chegada. Você chega, pega a senha e é atendido pelos guias na gira. Não há cobrança de nenhum tipo.

Particular · agendado

Consulta oracular com búzios ou Opele

Uma conversa reservada, com hora marcada, conduzida por Flávia Amorim (Yanifá) ou Bruno Amorim. Agendamento, funcionamento e valor são tratados diretamente com a secretaria, no WhatsApp.

Também sob o mesmo teto, cada uma no seu lugar: rodas de rapé (medicinas da floresta) e Magia Natural no Colégio de Magia SOL.