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Umbanda Sagrada · TEUSP

Umbanda: o que é, origem, Orixás e guias espirituais

A Umbanda é uma religião brasileira anunciada em 15 de novembro de 1908, em Niterói (RJ), pelo Caboclo das Sete Encruzilhadas, manifestado no médium Zélio Fernandino de Moraes. Para o Caboclo, Umbanda é “a manifestação do espírito para a prática da caridade”. É Patrimônio Cultural Imaterial da cidade do Rio de Janeiro (Decreto Rio 42.557/2016).

No TEUSP, no Recreio dos Bandeirantes (RJ), a gira de Umbanda é pública e gratuita e acontece quinzenalmente, às quartas-feiras, às 20h.

Como funciona a gira gratuita

Origem

A Umbanda foi anunciada no dia 15 de novembro de 1908 pelo Caboclo das Sete Encruzilhadas, através de seu médium Zélio Fernandino de Moraes.

Chegou ao plano material como uma via evolutiva em que muitos irmãos espirituais podem se manifestar para a prática da caridade espiritual.

Possui influências da pajelância indígena, do culto africano aos Sagrados Orixás, do catolicismo, da religiosidade oriental, porém é 100% brasileira.

“A Umbanda é uma religião espiritualista que ensina que a vida é eterna e que a nossa curta passagem aqui no plano material destina-se à evolução, ao aperfeiçoamento e à conscientização dos espíritos.”

— Rubens Saraceni

Umbandista de branco, com guias no peito, deitado no chão em reverência diante de uma oferenda com velas acesas, frutas e flores, numa mata ao pé de uma grande pedra

A História da Anunciação da Umbanda

Antes de começarmos a contar capítulos da história da Umbanda e como tudo começou, é melhor sabermos de onde vem esta palavra: Umbanda.

Umbanda é uma palavra de origem kimbundu, idioma bantu (o kimbundu faz parte de uma grande família de línguas africanas e é uma das línguas tradicionais de Angola). Nas terras bantas africanas, Umbanda significa a “arte de curar”, ou “o culto pelo qual o sacerdote curava”. Também pode servir como sacerdote, curador, o que cuida de um grupo espiritual, o líder espiritual.

Entendam que a palavra Umbanda já existia antes de a religião se concretizar no plano material, de ser anunciada, mas ela tinha um significado diferente da palavra Umbanda para nós.

Muitos já discutiram e deram suas visões pessoais sobre o que é Umbanda, mas no nosso segmento de Umbanda Sagrada dizemos: Umbanda é o UM + BANDA. Cada um de nós é UM, e juntos formamos esta grande BANDA de Amor, Fé e União Fraternal.

O Caboclo das Sete Encruzilhadas, entidade que anunciou a Umbanda, dizia: “Umbanda é a manifestação do espírito para a prática da caridade.” Nós também concordamos com esta afirmação, mesmo que se restrinja literalmente à palavra caridade. Entendemos que a Umbanda é uma via evolutiva muito maior do que uma religião: é uma forma de pensar e ser que nos conduz à nossa origem divina.

Dito isto, seguiremos com a história da Umbanda.

No final de 1908, Zélio Fernandino de Moraes, um jovem rapaz com 17 anos de idade, que se preparava para ingressar na carreira militar na Marinha, começou a sofrer estranhos “ataques”. Sua família, conhecida e tradicional na cidade de Niterói, estado do Rio de Janeiro, foi pega de surpresa pelos acontecimentos.

Esses “ataques” do rapaz eram caracterizados por posturas de um velho, falando coisas sem sentido e desconexas, como se fosse outra pessoa que havia vivido em outra época. Muitas vezes assumia uma forma que parecia um índio, um matuto desembaraçado que mostrava conhecer muitas coisas da natureza.

Após examiná-lo durante vários dias, o médico da família recomendou que seria melhor encaminhá-lo a um padre, pois o médico (que era tio do paciente) dizia que a loucura do rapaz não se enquadrava em nada que ele havia conhecido. Acreditava mais era que o menino estava endemoniado.

Zélio, neste momento já em franca piora física, fica de cama e não consegue mais andar. Padre, benzedeiros, nada fazia efeito. O menino continuava a sofrer os surtos psicóticos e a não poder andar.

14 de novembro de 1908, o menino diz: “Amanhã eu levantarei desta cama e estarei curado.” Seus familiares ficam boquiabertos, mas desacreditam por acharem que Zélio estava sofrendo mais um surto sem sentido.

No dia seguinte ele se levanta e está curado! Novo em folha! Depois de meses numa cama sem poder andar, o menino se movimenta sem ajuda aparentando total equilíbrio físico e emocional.

Sem ter explicação para o fato, alguém da família sugeriu que “isso era coisa de espiritismo” e que era melhor levá-lo à Federação Espírita de Niterói, presidida na época por José de Souza.

Neste mesmo dia, 15 de novembro de 1908, o jovem Zélio foi convidado a participar da sessão, tomando um lugar à mesa. Tomado por uma força estranha e alheia a sua vontade, e contrariando as normas que impediam o afastamento de qualquer dos componentes da mesa, Zélio levantou-se e disse: “Aqui está faltando uma flor”. Saiu da sala indo ao jardim e voltando após com uma flor, que colocou no centro da mesa. Essa atitude causou um enorme tumulto entre os presentes.

Restabelecidos os trabalhos, manifestaram-se nos médiuns kardecistas espíritos que se diziam pretos escravos e índios. O diretor dos trabalhos achou tudo aquilo um absurdo e advertiu-os com aspereza, citando o “seu atraso espiritual” e convidando-os a se retirarem.

Após esse incidente, novamente uma força estranha tomou o jovem Zélio e através dele falou: “Por que repelem a presença desses espíritos, se nem sequer se dignaram a ouvir suas mensagens? Será por causa de suas origens sociais e da cor?”

Seguiu-se um diálogo acalorado, e os responsáveis pela sessão procuravam doutrinar e afastar o espírito desconhecido, que desenvolvia uma argumentação segura.

Um médium vidente perguntou: “Por que o irmão fala nestes termos, pretendendo que a direção aceite a manifestação de espíritos que, pelo grau de cultura que tiveram, quando encarnados, são claramente atrasados? Por que fala deste modo, se estou vendo que me dirijo neste momento a um jesuíta e a sua veste branca reflete uma aura de luz? E qual o seu nome, irmão?”

“Se querem um nome, que seja este: sou o Caboclo das Sete Encruzilhadas, porque, para mim, não haverá caminhos fechados.”

“O que você vê em mim são restos de uma existência anterior. Fui padre e o meu nome era Gabriel Malagrida. Acusado de bruxaria, fui sacrificado na fogueira da Inquisição em Lisboa, no ano de 1761. Mas em minha última existência física, Deus concedeu-me o privilégio de nascer como caboclo brasileiro.”

Gravura antiga com o retrato do padre jesuíta Gabriel Malagrida, de barrete, segurando um crucifixo

Anunciou também o tipo de missão que trazia do Astral:

“Se julgam atrasados os espíritos de pretos e índios, devo dizer que amanhã (16 de novembro) estarei na casa de meu aparelho, às 20 horas, para dar início a um culto em que estes irmãos poderão dar suas mensagens e, assim, cumprir missão que o Plano Espiritual lhes confiou.

“Será uma religião que falará aos humildes, simbolizando a igualdade que deve existir entre todos os irmãos, encarnados e desencarnados.”

O vidente retrucou: “Julga o irmão que alguém irá assistir a seu culto?” Perguntou com ironia. E o espírito já identificado disse: “Cada colina de Niterói atuará como porta-voz, anunciando o culto que amanhã iniciarei”.

Para finalizar, o caboclo completou: “Deus, em sua infinita Bondade, estabeleceu na morte o grande nivelador universal: rico ou pobre, poderoso ou humilde, todos se tornariam iguais na morte, mas vocês, homens preconceituosos, não contentes em estabelecer diferenças entre os vivos, procuram levar essas mesmas diferenças até mesmo além da barreira da morte. Por que não podem nos visitar esses humildes trabalhadores do espaço, se, apesar de não haverem sido pessoas socialmente importantes na terra, também trazem importantes mensagens do além?”

A casa de Zélio Fernandino de Moraes: casa térrea de paredes alaranjadas, com portas e janelas de madeira, entre palmeiras

No dia seguinte, na casa da família Moraes, ao se aproximar a hora marcada, 20h, lá já estavam reunidos os membros da Federação Espírita para comprovarem a veracidade do que fora declarado na véspera; estavam os parentes mais próximos, amigos, vizinhos e, do lado de fora, uma multidão de desconhecidos.

Às 20h, manifestou-se o Caboclo das Sete Encruzilhadas. Declarou que naquele momento se iniciava uma nova religião de Amor, Fé e Caridade Espiritual.

Orixás

Oxalá

Orixá responsável pelos aspectos positivos da Fé. Congrega os seres, pacifica, harmoniza, equilibra e ilumina tudo e todos com sua luz cristalina sétupla.

  • Vela: branca ou dourada
  • Pedra: cristal translúcido
  • Erva: boldo, alfazema, alecrim, sálvia e rosas brancas

Logunan

Orixá responsável pelos aspectos negativos da Fé. Descristaliza e desmagnetiza desequilíbrios no campo da Fé e nos demais sentidos da vida.

  • Vela: azul-noite
  • Pedra: cristal fumê
  • Erva: eucalipto, chapéu-de-couro, menta e folha de limão

Oxum

Orixá responsável pelos aspectos positivos do Amor. Agrega (une) os seres, atua nas concepções, harmoniza e irradia a energia prosperadora dos sete sentidos da vida.

  • Vela: rosa ou dourada
  • Pedra: quartzo rosa, pirita, rodocrosita e turmalina rosa
  • Erva: alfazema, erva-cidreira, pata-de-vaca, colônia e rosa amarela

Oxumaré

Orixá responsável pelos aspectos negativos do Amor. Dilui os negativismos que afetam o emocional das pessoas e renova no íntimo destas mesmas pessoas a vontade de viver e evoluir.

  • Vela: azul-turquesa ou colorida
  • Pedra: fluorita arco-íris, bornita, azurita e crisocola
  • Erva: valeriana, catinga-de-mulata, flores do campo e canela

Oxóssi

Orixá responsável pelos aspectos positivos do Conhecimento. Expande nossa capacidade de aprendizado e racionaliza nosso mental para que possamos compreender Deus e suas divindades.

  • Vela: verde
  • Pedra: quartzo verde, malaquita e amazonita
  • Erva: samambaia, guiné e folha de café

Obá

Orixá responsável pelos aspectos negativos do Conhecimento. Concentra os seres dispersos e afixa o conhecimento para que possamos adquirir conhecimento.

  • Vela: magenta, marrom ou vermelha
  • Pedra: rodonita, jaspe madeira e âmbar
  • Erva: menta, manjericão roxo e confrei

Xangô

Orixá responsável pelos aspectos positivos da Justiça. Equilibra os seres, graduando-os e racionalizando os seus mentais.

  • Vela: marrom ou vermelha
  • Pedra: jaspe vermelho, olho de boi e olho de tigre
  • Erva: boldos, barba-de-velho, quebra-pedra, angico e aroeira

Oroiná

Orixá responsável pelos aspectos negativos da Justiça. Purifica e consome as energias negativas dos seres desequilibrados, assim como consome magias negativas e perturbações espirituais.

  • Vela: laranja
  • Pedra: calcita laranja, selenita laranja e olho de boi
  • Erva: arruda, canela, calêndula e folha de laranjeira

Ogum

Orixá responsável pelos aspectos positivos da Lei. Ordena e direciona os seres nas suas caminhadas retas evolutivas.

  • Vela: azul-índigo ou vermelha
  • Pedra: sodalita, hematita e granada
  • Erva: espada-de-são-jorge, quebra-demanda, abre-caminho e folha de mangueira

Iansã

Orixá responsável pelos aspectos negativos da Lei. Movimenta e direciona os espíritos perdidos nas suas evoluções.

  • Vela: amarela ou vermelha
  • Pedra: citrino, ágata de fogo e olho de tigre
  • Erva: espada-de-santa-bárbara, cavalinha, folha de laranjeira e folha de pitangueira

Obaluayê

Orixá responsável pelos aspectos positivos da Evolução. Transmuta e ampara os seres que querem evoluir, abrindo novos caminhos e passagem para o crescimento do ser.

  • Vela: violeta ou bicolor preta e branca
  • Pedra: cristal turmalinado, howlita e turmalina negra
  • Erva: casca de alho, sálvia e barba-de-velho

Nanã Buruquê

Orixá responsável pelos aspectos negativos da Evolução. Decanta os vícios humanos e suas negatividades, transmutando-os e redirecionando-os nos seus caminhos evolutivos.

  • Vela: lilás
  • Pedra: ametista, cristal turmalinado e cacoxenita
  • Erva: sete-sangrias, ipê-roxo e folha de beterraba

Iemanjá

Orixá responsável pelos aspectos positivos da Geração. Irradia as energias geradoras e criacionistas para o amparo da vida e seu equilíbrio como um todo.

  • Vela: azul-clara
  • Pedra: madrepérola, água-marinha e larimar
  • Erva: anis-estrelado, alfazema e rosas brancas

Omulu

Orixá responsável pelos aspectos negativos da Geração. Anula e paralisa quem atenta contra a vida. Este Orixá é um grande guardião da Vida e da Geração como um todo.

  • Vela: roxa ou bicolor branca e preta
  • Pedra: ônix, ágata negra e ametista bem escura
  • Erva: pinhão-roxo, picão-preto e dandá-da-costa

Exu

Orixá responsável pelo axé vitalizador. Este Orixá rege sobre o Vazio Absoluto, guardando por fora a Criação Divina e os espaços interiores.

  • Vela: preta
  • Pedra: ônix, turmalina negra, galena e shungita
  • Erva: mamona, pinhão-roxo, casca de alho, dandá-da-costa e mão-de-deus

Pombagira

Orixá responsável pelo axé estimulador. Orixá dos Desejos e Estímulos, fortalecedora do nosso amor-próprio e da nossa independência espiritual.

  • Vela: vermelha
  • Pedra: mica roxa, quartzo vermelho e ágata de fogo
  • Erva: hibisco, rosas vermelhas, folha de amora e artemísia

Guias Espirituais

Linha de Caboclos: estátua de um caboclo de cocar colorido, ajoelhado sobre uma pedra

Linha de Pretos Velhos: estátua de um preto velho de roupa branca, sentado num toco de madeira

Linha de Exus e Pombagiras: ilustração de um Exu de cartola e capa e de uma Pombagira de vestido vermelho

Linha das Crianças: fotografia de duas crianças correndo descalças

Linha de Baianos: estátua de um baiano de chapéu de palha, camisa azul e lenço vermelho no pescoço

Linha de Boiadeiros: estátua de um boiadeiro de chapéu vermelho ao lado de um boi

Linha de Marinheiros: estátua de um marinheiro de uniforme branco e lenço azul

Linha dos Malandros: estátua de um malandro de terno branco e chapéu, encostado num poste de luz

Linha dos Ciganos: estátua de um cigano de lenço na cabeça e roupas vermelhas e pretas com detalhes dourados

Linha do Oriente, dos Mestres do Oriente: estátua de um Buda sentado em meditação

Linha de Exus Mirins: estátua de um Exu Mirim de capa vermelha, com um tridente na mão

Linha de Pombagiras Mirins: estátua de uma Pombagira Mirim de saia vermelha e flor no cabelo

Função, elemento, vela e saudação de cada linha, como estão nos cards acima
LinhaFunçãoElementoVelaSaudação
Caboclosdirecionamento e expansãovegetalverdeOkê Caboclo!
Pretos Velhosaconselhamento e benzimentoaquático e telúricobicolor preta e brancaAdorei as Almas!
Exus e Pombagiras (linha da Esquerda)descarrego e limpezapedras pretas e vermelhas; ervas quentespreta (Exu) e vermelha (Pombagira)Laroyê!
Criançasrenovaçãomineral e cristalinobicolor azul e rosaOni Beijada!
Baianosmovimento e direcionamentoeólico e cristalinobicolor amarela e brancaÉ da Bahia, meu Pai! É da Bahia, minha Mãe!
Boiadeirosrecolher e reconduzircristalino e eólicovermelha, azul-índigo ou amarelaJetruá Boiadeiros!
Marinheirosgerar, criar e descarregaraquáticoazul-clara ou bicolor azul e brancaSalve a Marujada!
Malandroscongregar, ordenar e direcionarcristalino e eólicobicolor vermelha e brancaSalve a Malandragem!
Ciganosesclarecimento e ensinamentotodoscoloridas (todas)Optchá!
Mestres do Oriente (linha do Oriente)espiritualizaçãocristalinobranca e douradaNamastê! Shalom!
Exus Mirinslimpeza e descarregopedras pretas; ervas quentesbicolor preta e vermelhaLaroyê!
Pombagiras Mirinslimpeza e descarregopedras vermelhas; ervas quentesvermelhaLaroyê!

Ilustrações dos Guias Espirituais: Camasi Guimarães.

Na prática

Onde a Umbanda acontece no TEUSP?

Quinzenalmente, às quartas-feiras, às 20h, o TEUSP abre a gira pública de Umbanda no templo da R. Giocondo Dias, 160, no Recreio dos Bandeirantes, Rio de Janeiro. É gratuita e aberta a qualquer pessoa, sem agendamento: a casa distribui as senhas de atendimento a partir das 18h, por ordem de chegada.

Às 19h30, a casa faz uma palestra sobre o atendimento daquela noite e os mistérios que o regem. Depois, os médiuns incorporam seus guias e atendem as pessoas na ordem das senhas. O encerramento está programado para as 22h.

Palestra antes da gira no salão do TEUSP: a assistência sentada em cadeiras brancas diante do congá, com médiuns de branco ao lado

Cursos da casa

Como estudar a Umbanda com o TEUSP?

Quem quer ir além da leitura pode estudar com os sacerdotes da casa, online ou no templo. Os cursos são pagos e independentes da gira: ninguém precisa fazer curso para ser atendido.

  1. Online · a baseTeologia de UmbandaO curso de fundamentos da casa, gravado por Bruno Amorim em 47 módulos: Deus e os Orixás na Umbanda Sagrada, as Sete Linhas, as linhas de trabalho, a mediunidade, as oferendas e as firmezas. A assinatura inclui os cursos de Exu, Pombagira, Xangô e Exu do Ouro.Ver o programa
  2. Presencial · Recreio dos BandeirantesDesenvolvimento MediúnicoGiras práticas, amacis e firmezas para desenvolver a mediunidade com fundamento, em grupo fechado, só com a turma. Conduz Bruno Amorim.Ver como funciona
  3. Híbrida · 20 mesesFormação de Líderes EspirituaisA formação sacerdotal de Umbanda Sagrada, para quem tem a missão de liderar: aulas online e um encontro presencial por mês no templo, com Bruno Amorim e Flávia Amorim.Próxima turma: 8 de novembro de 2026Ver módulos e valores

Cursos sobre os Orixás e as linhas desta página

Ver todos os cursos da casa

Matérias da casa

O que ler em seguida sobre Umbanda?

Fundamentos

Qual é o Deus da Religião Umbanda?

O Deus da Umbanda é Olorum, ou Olodumare. Saiba o que significam os dois nomes e por que, na Umbanda Sagrada, cada Orixá é uma qualidade desse Deus único.

Orixás e Sete Linhas

Quais são os Orixás da Umbanda Sagrada?

Veja a lista dos 14 Orixás da Umbanda Sagrada, de Oxalá e Logunan a Iemanjá e Omolu, e dos quatro Orixás da esquerda, de Exu a Pombagira Mirim.

Orixás e Sete Linhas

Quais são as 7 linhas da Umbanda?

Fé, Amor, Conhecimento, Justiça, Lei, Evolução e Geração: as 7 linhas da Umbanda são vibrações de Deus. Veja os 14 Orixás que as regem e a vibração de cada uma.

Fundamentos

7 fundamentos da Umbanda

Quais são os 7 fundamentos da Umbanda? Monoteísmo, culto aos Orixás, espiritualismo, magia, não conversão, natureza e reencarnação, explicados um a um.

Guias e linhas de trabalho

Nomes de Guias na Umbanda

O que significam os nomes dos guias na Umbanda? Conheça os tronos e as hierarquias por trás deles, com os exemplos de Sete Espadas, Exu do Ouro e Tiriri.

Exu, Pombagira e Mirins

Exu na Umbanda

Exu é guia ou Orixá? Faz o bem ou o mal? Veja as respostas às dúvidas mais comuns sobre Exu na Umbanda, de onde firmá-lo em casa à vela preta.

Todas as matérias

Duas portas: a gira gratuita e a consulta particular

A gira de Umbanda é gratuita, quinzenal e sem agendamento. A consulta oracular é particular e só acontece com hora marcada pelo WhatsApp.

Gratuito · sem agendamento

Gira pública de Umbanda

Quinzenalmente, às quartas-feiras. Gira às 20h, senhas a partir das 18h, por ordem de chegada: você chega, pega a senha e é atendido pelos guias. Não há cobrança de nenhum tipo.

Particular · agendado

Consulta oracular com búzios ou Opele Ifá

Dois oráculos distintos, cada um com quem o conduz: o jogo de búzios, do culto de Orisa, com Flávia Amorim; o Opele Ifá, da tradição de Ifá, com Bruno Amorim. É um atendimento reservado, com hora marcada. Agendamento, funcionamento e valor são tratados direto com a secretaria, pelo WhatsApp.

Também sob o mesmo teto, cada uma no seu lugar: rodas de rapé (medicinas da floresta) e Magia Natural no Colégio de Magia SOL. Para estudar com a casa, há cursos de Umbanda presenciais e online, pagos e independentes da gira.